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Transformações na estrutura produtiva no século XX: o fordismo, o toyotismo, as novas técnicas de produção e seus impactos.

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O século XX testemunhou uma profunda transformação nos modelos de produção industrial, marcada pela transição do fordismo para o toyotismo. O fordismo, desenvolvido por Henry Ford no início do século, baseia-se na produção em massa de bens padronizados através da linha de montagem. Seu objetivo era maximizar a produção e reduzir custos, o que possibilitou o consumo em massa e formou a base do 'American way of life'. Esse modelo implica em trabalhadores especializados em tarefas repetitivas, grandes estoques e um rígido controle hierárquico. A partir da década de 1970, especialmente após as crises do petróleo, o fordismo mostrou-se inflexível e dispendioso. Surge então o toyotismo, um modelo de produção flexível criado na Toyota, no Japão. Sua lógica é a produção 'just-in-time', ou seja, produzir apenas o necessário, no momento certo e na quantidade certa, conforme a demanda. Isso elimina estoques e desperdícios. O toyotismo valoriza o trabalhador polivalente, o trabalho em equipe e o controle de qualidade total, integrado a todas as etapas do processo. Essa mudança reflete uma reestruturação do capitalismo global, orientado para a flexibilidade, a inovação tecnológica e a competitividade.

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Transformações na estrutura produtiva no século XX: o fordismo, o toyotismo, as novas técnicas de produção e seus impactos. — ENEM 2026 | Papirando