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Teoria sintética da evolução.

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A Teoria Sintética da Evolução, ou Neodarwinismo, é a fusão das ideias de Darwin sobre seleção natural com os conhecimentos da genética, principalmente as leis de Mendel, a genética de populações e a biologia molecular. Formulada no século XX, ela explica que a evolução é a mudança na frequência dos alelos (versões de um gene) em uma população ao longo do tempo. A variabilidade genética, matéria-prima para a evolução, surge de dois processos principais: a mutação, que cria novos alelos de forma aleatória, e a recombinação gênica, que embaralha os alelos existentes durante a meiose. Sobre essa variabilidade atuam os fatores evolutivos. O principal é a seleção natural, que favorece os indivíduos com características mais adaptativas a um determinado ambiente, aumentando a frequência dos alelos responsáveis por essas características. Outros fatores incluem a deriva genética (mudanças aleatórias nas frequências dos alelos, mais impactante em populações pequenas), a migração (fluxo de genes entre populações) e o isolamento reprodutivo, que pode levar à especiação. A unidade da evolução não é o indivíduo, mas a população.

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Teoria sintética da evolução. — ENEM 2026 | Papirando